TELECOM

Teles temem disparada no preço do leilão 5G

Ana Paula Lobo e Luís Osvaldo Grossmann ... 29/08/2019 ... Convergência Digital

Vai às nuvens o preço do leilão 5G, que a Anatel espera realizar em 2020. Ou assim lamentam representantes das operadoras de telecomunicações, especialmente depois de uma reunião realizada nesta quinta, 29/5, na agência reguladora, para tratar o que fazer sobre a interferência nas antenas parabólicas. 

Segundo indicaram representantes das teles que participaram da reunião, entre os planos de mitigação há alternativas propostas pelas emissoras de televisão que podem custar de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões, ou pelo menos quatro vezes o que custou o processo de limpeza da faixa de 700 MHz para uso no 4G. 

O leilão deve incluir nacos das faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz. Mas a encrenca mora na faixa de 3,5 GHz, fatia que a Anatel tenta licitar há 20 anos, mas que sempre esbarra na pressão dos radiodifusores por conta da potencial interferência na recepção das parabólicas. 

Novos estudos, das empresas e da Anatel, voltaram a confirmar que as parabólicas são suscetíveis a interferência de praticamente qualquer uso na vizinhança próxima (e mesmo nem tão próxima) da chamada Banda C estendida, a partir de 3,6 GHz. 

A disputa é pelo tamanho do problema. As emissoras de TV ressaltam que as antenas parabólicas são usadas em um terço das casas brasileiras. As teles entendem que é muito menos, seja porque o número inclui lares com outros tipos de recepção de TV, ou porque a implantação da TV Digital reduziu significativamente a dependência das antenas. 


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Infobip e GSMA para oferecer proteção à identidade digital

Os serviços de identificação móvel por meio de SIMs vão gerar US$ 7 bilhões às operadoras em 2024, um impulso de 800% em relação a 2019, de acordo com a Juniper Research.

Reclamações contra oferta de banda larga crescem 40% com a quarentena da Covid-19

Queixas na Anatel cresceram especialmente a partir de março. No conjunto dos serviços, agência recebeu 1,52 milhão de reclamações entre janeiro e junho. Também houve um aumento de 20% com relação à telefonia móvel.

Oi quer corte de dívida com Anatel por desequilíbrio na concessão

“Tem que fazer um PGMU mais leve para que a gente possa respirar”, defende a diretora regulatória, Adriana Costa. Anatel esclarece que concessão não é sinônimo de lucro garantido. 

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Para o diretor da Huawei Brasil, Carlos Lauria, a reserva técnica é a melhor garantia para aguardar a evolução da tecnologia. "Se der tudo agora, não tem como voltar atrás depois", observa o executivo.

Qualcomm defende faixa de 6GHz para não licenciados atenta ao 5G

Diretor da Qualcomm, Francisco Soares, espera que a Anatel se defina por dar os 1,2GHz para os serviços licenciados. "O 6GHz não licenciado será o complemento ideal para os serviços licenciados 5G", sustenta.

Revista do 63º Painel Telebrasil 2019
Veja a revista do 63º Painel Telebrasil 2019 Transformação digital para o novo Brasil. Atualizar o marco regulatório das telecomunicações é urgente para construir um País moderno, próspero e competitivo.
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