INOVAÇÃO

União Europeia: Ética no uso da Inteligência Artificial não é um luxo

Convergência Digital* ... 08/04/2019 ... Convergência Digital

As empresas que trabalham com inteligência artificial precisam instaurar mecanismos para evitar o mau uso da tecnologia, assinalou o chefe digital da Comissão Europeia, Andrus Ansip, nesta segunda-feira, 08/04. De acordo com a Comissã Europeia, os projetos de IA devem ser transparentes, ter supervisão humana e algoritmos seguros e confiáveis, e precisam estar sujeitos a regras de privacidade e proteção de dados, entre outras recomendações.

A iniciativa da União Europeia abre caminho para um debate global sobre quando, ou se as empresas devem colocar preocupações éticas diante dos interesses comerciais, e quão rígidos os reguladores podem ser ao assumir novos projetos sem o risco de matar a inovação. “A dimensão ética da IA não é uma característica de luxo ou um complemento. É somente com confiança que nossa sociedade pode se beneficiar plenamente das tecnologias”, enfatizou Andrus Ansip.

A Inteligência Artificial pode ajudar a detectar ameaças de fraude e segurança cibernética, melhorar o gerenciamento de riscos financeiros e de saúde e lidar com as mudanças climáticas. Mas também pode ser usado para apoiar práticas comerciais inescrupulosas e governos autoritários. Ainda segundo a Comissão Europeia, as empresas e organizações interessadas em debater a IA mais ética podem se inscrever para um teste piloto em junho, após o qual os especialistas analisarão os resultados e a Comissão decidirá sobre as próximas etapas. A elaboração dos princípios contou com a ajuda de 52 especialistas acadêmicos, órgãos industriais e empresas, incluindo o Google, o SAP, o Santander e a Bayer.



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