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Procuram-se cientistas de dados para os bancos brasileiros

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Ana Paula Lobo - 10/05/2017

Procuram-se cientistas de dados para os bancos brasileiros que reforçaram os investimentos em software em 2016, em especial, em analytics, com 47% e computação cognitiva, com 24%. "Investir em analytics é para agora. Não é futuro. É o presente. Está no orçamento da área de TI. A computação cognitiva menos, mas já há instituições investindo também", observa o diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban, Gustavo Fosse.

Uma das maiores dificuldades dos bancos em avançar em analytics é a falta de profissionais qualificados. "Temos que buscar estatísticos e o próprio cientista de dados, que é um perfil novo de especialista", acrescenta Fosse. E Analytics tem papel estratégico nos planos futuros com a expansão da mobilidade. "Os canais digitais significam investir na personalização de relacionamento com o cliente. E sem conhecer o correntista não há diferencial de atendimento", ressalta ainda o diretor da Febraban.

Não por acaso, a pesquisa de Tecnologia Bancária 2017, com dados de 2016, aponta as principais prioridades de investimentos e despesas em tecnologia para oferecer melhorias aos seus clientes. São elas: as melhorias das transações com movimentação financeira (77%), possibilitar que o cliente consiga customizar a exibição dos serviços (54%) e realizar melhorias relacionadas à acessibilidade (46%). Já no caso do internet banking, os focos serão as customizações pelo cliente (62%), as melhorias relacionadas à acessibilidade (54%) e proporcionar uma integração multicanal (46%).

Realizada há 25 anos pela FEBRABAN, em 2017, a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária foi desenvolvida em parceria com a Deloitte e contou com a participação de 17 bancos, que representam 91% dos ativos dessa indústria no País.


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