NEGÓCIOS

Impulsionada por 5G e IoT, economia digital vai gerar US$ 23 trilhões até 2025

Ana Paula Lobo ... 22/02/2019 ... Convergência Digital

O Global Industry Vision (GIV), divulgado pela Huawei, apura que a economia digital, por meio das novas tecnologias, cloud computing, Internet das Coisas, Inteligência Artficial e 5G, vai gerar US$ 23 trilhões até 2025. A conectividade, e o 5G, serão cruciais para que essas projeções se concretizem, adverte a fabricante, que neste momento vive um embate com o governo norte-americano.

O levantamento aponta que até a metade da próxima década, 90% dos usuários de dispositivos terão algum tipo de assistente pessoal, baseado em inteligência artificial. As pessoas utilizarão 200 milhões de veículos conectados a redes 5G. Já as empresas estarão mais do que nunca na nuvem: 85% delas terão suas aplicações em Cloud Solutions.
 
Para países em desenvolvimento, apura ainda o relatório GVI, a tecnologia pode ser o grande salto para chegar ao próximo estágio de maneira muito mais precisa e produtiva. Segundo o estudo, em 2025, cerca de 26 bilhões de equipamentos industriais estarão conectados por soluções que envolvem cloud, robôs inteligentes e diversos software. Cadeias industriais inteiras serão mais eficientes e serão capazes de produzir ganhos até mesmo acima das projeções mais otimistas.

Em entrevista ao portal Convergência Digital, o diretor de desenvolvimento de novos negócios da Huawei Brasil, Sandro Paiva, diz que o País precisa fazer a sua jornada digital agora. "Não há mais como fugir dessa realidade", observa. Diz também que os empresários, em especial, os de áreas onde a tecnologia já pode ajudar neste momento, como o do agronegócio. "Já há tecnologias capazes de ajudar muito como os drones para o monitoramento e para o controle de pragas, mas os empresários precisam acreditar mais e entender que o processo mudou de vez", salienta o executivo.

Com relação ao 5G no Brasil, Paiva diz que há a expectativa de uma posição definitiva da Anatel, mas assegura que as operadoras- mesmo que tenham uma reserva quanto ao melhor momento de licitação - já se mobilizam. "Todas sabem que não há como fugir do 5G, estão como 5G no radar, mas também sabem que precisam monetizar o 4G e o 4,5G", sinaliza.

Sobre a computação em nuvem, Paiva reforça a tese dos especialistas que cloud é a base de tudo. É cloud que dá alicerce às novas tecnologia. Segundo o executivo, o GVI mostra que o mundo caminha para o maior uso da realidade virtual e a realidade aumentada. Mas indaga: por que essas tecnologias não massificaram ainda? Porque há questões de tecnologia para resolver e também com relação aos óculos, que ainda são pesados, caros e desajeitados. Do ponto de vista dos dados, a disseminação da nuvem vai ampliar o armazenamento dos dados e expandir as fertas de Realidade Virtual e Realidade Aumentada.

Na China, aliás, conta Paiva, há um projeto em andamento com a operaradora China Mobile, batizado de META, que usa um capacete para deficientes visuais terem indepedência, por meio de informações armazenadas na nuvem. "Se um deficiente visual está pegando uma coca-cola no supermercado ele saberá que está pegando o preço cobrado. Tudo com cloud e 5G. Hoje esse teste está ainda em laboratório, mas será uma realidade em pouco tempo", conclui Sandro Paiva.


Cloud Computing
Backup e arquivamento de dados pessoais são os maiores riscos à privacidade de dados

Nos próximos dois anos, as organizações que não revisarem as políticas de retenção de dados para reduzir o volume de informações armazenadas e, por extensão, os dados que são copiados, enfrentarão um enorme risco de não conformidade, bem como os impactos, no bolso, de uma eventual violação.

Por mercado de BPO, Lumen IT compra Superabiz

Valor da transação não foi revelado pelas partes. Expectativa da fusão é simplificar o acesso às soluções de compliance fiscal, jurídico e para o SPED.

#RioéTech abre programação do Rio Info 2019

Evento, que chega em 2019 a sua décima sétima edição, já gerou R$ 250 milhões em negócios. Pré-eventos serão realizados em diversas cidades do Estado do Rio de Janeiro para aproximar empresas e Academia.

TI fica ainda mais estratégica na disrupção digital

“Onde existir um elo mais fraco pode haver uma disrupção grande e entrar uma fintech, uma startup”, lembra o vice-presidente de serviços financeiros da BRQ, José Antonio Afonso Pires.

Unisys: open banking só existirá com a LGPD implementada no Brasil

"Os dois são interligados porque a premissa maior é a segurança da informação", observa o vice-presidente e líder da Vertical de Serviços Financeiros para América Latina, Luís Rego. Decisão do Banco Central de postergar a consulta pública sobre o tema tem pontos positivos e negativos.


3º Seminário Brasscom de Políticas Públicas & Negócios 2018 - Cobertura Especial Convergência Digital
Brasscom lança manifesto para construir um Brasil Digital e Conectado

Entidade quer a colaboração da sociedade e de entidades de TI ou não para entregar um documento aos presidenciáveis. "Tecnologia precisa ser prioridade nacional", diz o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo.


Veja a cobertura da 3º Seminário Brasscom de Políticas Públicas & Negócios 2018

  • Copyright © 2005-2019 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G