INOVAÇÃO

Grupo Sabin usa Inteligência Artificial para monitorar cibercrimes

Luis Osvaldo Grossmann e Pedro Costa ... 23/04/2019 ... Convergência Digital

A proteção dos dados que envolvem saúde de clientes exige soluções avançadas e as melhores ferramentas disponíveis. Por isso, a Lei Geral de Proteção de Dados é foco de atenção desde que ainda era um projeto de lei, confessou o gerente nacional de tecnologia do grupo Sabin Medicina Diagnóstica, Edgar Moreira, ao participar de mesa redonda sobre cibersegurança e o impacto nos negócios, realizada pelo Convergência Digital, em parceria com a Unisys e a Dell EMC, em Brasília.

“Precisamos ter uma segurança até maior que bancos, porque trabalhamos com informações muito sensíveis, que são sobre saúde. Então trabalhamos com as melhores ferramentas do mercado. E estamos analisando o uso de inteligência artificial para fazer análise comportamental de cibercrimes. Para avaliar o caminho que o cibercriminoso faz”, pontuou Moreira.

“Temos acompanhado a LGPD desde as primeiras votações. A gente precisa olhar isso, até pela questão dos dados sensíveis. E um dos artigos principais da lei é sobre o consentimento. A informação é do cliente e não posso fazer nada com ela se ele não autorizar. Isso cria questões para o tratamento de dados”, afirma.

A tarefa é ainda maior diante da própria digitalização do negócio. “A gente vem trabalhando a transformação digital nos processos de melhoria da experiência do cliente. Recentemente lançamos um aplicativo em que o cliente não precisa sair de casa. Ele envia todas as informações via celular. E é feita uma coleta externa, na residência do cliente. O resultado sai por notificação, com o cliente sabendo na hora que está pronto.” São mais dados online.

A adaptação exigiu até mesmo mudanças na estrutura do grupo. “Criamos um comitê multidisciplinar da LGPD e já fizemos uma política de privacidade, além de analisar como os dados estão armazenados, sua localização. E criamos um barramento para as diversas soluções. Temos que pensar nos clientes, mas também no público interno, nos colaboradores.”


TICs em Foco - TRANSFORMAÇÃO DIGITAL
Prever. Prevenir. Detectar e Responder

Essas são a exigência da remodelagem da gestão de riscos e da segurança organizacional nas corporações.

Arquitetura distribuída: uma tendência que vai chegar ao Brasil

Na China, conta Daniel Leung, chefe de Fintechs e Arquitetura na Forms Syntron, ao trocar a arquietura tradicional pela distribuída, um banco ficou apto a suportar até 100 milhões de contas correntes.

Adarsh Kumar, Capgemini: open banking é transformador, mas dados pertencem aos clientes

O open banking vai mudar o modelo de serviços bancários, afirma o CTO e líder de cibersegurança para a América Latina da Capgemini.

Thales Teixeira, da Harvard: disrupção digital vai muito além da tecnologia

"Unidades de negócios podem se tornar desnecessárias em empresas estabelecidas, e o CEO terá de tomar decisões relevantes", adverte o professor Thales Teixeira, da Harvard Business School.

Bradesco: Next não vai 'matar' o banco tradicional

O diretor-presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, garante que os dois modelos de negócio irão conviver, mas admite que as agências físicas vão mudar de perfil. Também revela que o Next mira um público mais jovem.

Brasileiro quer dar adeus às senhas com o uso maior da biometria

Sonho de consumo, revelado em estudo da IDEMIA, é de usar biometria para pagamentos online e para acessar ambientes dentro da própria casa. Brasil desponta em primeiro lugar no uso da biometria pela impressão digital, mas despenca posiçoes no uso do reconhecimento facial.



  • Copyright © 2005-2019 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G