NEGÓCIOS

Utilities correm para se adequar à LGPD, mas admitem falta de maturidade

Luis Osvaldo Grossmann e Pedro Costa ... 22/04/2019 ... Convergência Digital

Com a vigência formal da Lei Gera de Proteção de Dados (13.709/18) para junho de 2020 – a depender de como será a conversão em Lei da Medida Provisória 869/18 – as empresas correm para se ajustar às novas exigências. Mas faltam bons modelos a seguir, observou o superintendente de TI da Companhia Energética de Brasília, Carlos Monteiro.

O executivo participou de mesa redonda sobre o impacto da segurança da informação nos negócios das empresas e nas instituições governamentais, realizada pelo portal Convergência Digital, em parceria com a Unisys e a Dell EMC, em Brasília. “É um momento muito ‘legal’. São muitas regulações, a legislação que está entrando, a LGPD, regulações próprias das estatais. Isso exige que a gente repense nossos modelos de proteção de dados e priorize investimentos. Estamos olhando o mercado, nacional e internacional, buscando as melhores práticas”, diz.

“Estamos buscando benchmarks, mas ainda não conseguimos enxergar no mercado empresas que trabalham no setor de utilities que já estejam avançando. É uma corrida para atender os requisitos. Mas temos observado que mesmo consultorias ainda não têm maturidade”, acrescenta Carlos Monteiro. Segundo o superintendente de TI da CEB, é preciso maior compreensão sobre o que aponta como conceitos conflitantes.

“A gente tem buscado casos para que a gente possa aprender com eles para garantir que o ovo não fique mais caro que a gemada. Dinheiro é tudo. E a aplicação correta dos investimentos é a base da empresa. Por isso creio que o momento ainda é incipiente, de aprendizado, e acompanhando passos de empresas mais consolidadas.” Assistam a participação do superintendente de TI da Companhia Energética de Brasília, Carlos Monteiro.


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