SEGURANÇA

'Trancar' as fronteiras cibernéticas é legítimo, mas invalida a Internet

Por Roberta Prescott e Rodrigo dos Santos ... 11/11/2016 ... Convergência Digital

Muitos países tratam a cibersegurança como parte de sua segurança nacional e muitos querem "trancar" suas fronteiras cibernética, o que é, na opinião do vice-presidente do Information Technology Industry Council (ITI), John S. Miller, bastante legítimo, mas não é compatível com a maneira que a internet foi desenvolvida e a medida impede a interoperabilidade para se transferir dados.

O especialista em segurança da informação falou à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o IX Seminário TelComp, realizado no dia 08 de novembro, em São Paulo. Para Miller, os governos terão de trabalhar com o setor privado para desenhar a política de cibersegurança e devem analisar múltiplos modelos antes de escolher um. "Privacidade é absolutamente essencial para as pessoas, companhias e governos. E ambos, segurança e privacidade, são essenciais para se ter confiança", destacou.

Confira a entrevista, na qual Miller também responde a perguntas sobre aumento da complexidade da segurança com o advento da internet das coisas e orienta os legisladores a não olhar apenas para um sistema, mas para o conjunto e as diferentes abordagens na hora de fazer uma lei de privacidade e proteção de dados.


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