GESTÃO

Economia digital: Governo tem de impedir a digitalização da burocracia

Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa ... 19/03/2018 ... Convergência Digital

O levantamento do governo federal de que 85 instituições públicas oferecem 1.740 serviços deve ser visto como oportunidade de que sejam descartados vários. É o que alerta o consultor Antonio Marcos Umbelino Lôbo, do instituto Desburocratizar.

“Temos que pensar em desburocratização antes de digitalização. Não podemos confundir os dois conceitos. Antes de digitalizar qualquer serviço tem que perguntar que beneficio traz para a nossa sociedade. Se ele não traz benefício, não serve para nada, a gente elimina e não digitaliza. Tem um risco enorme de a gente digitalizar a burocracia.”

Ao participar do debate sobre a digitalização dos serviços públicos durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, o consultor lembrou que o número grande traz exigências de documentos que o próprio Estado já possui, coisa já desnecessária e dispensada pela legislação.

“Tem que pegar um a um e avaliar se serve para alguma coisa. Tenho receio de que 1740 serviços sejam muita coisa. Acho que aí tem serviços e fornecimento de documentos que são exigidos pela própria administração. Então já é uma oportunidade de resolver.” Assistam a entrevista com o consultor Antonio Umbelino Lôbo.


Governo não flexibiliza e mais de 700 mil empresas podem ser excluídas do Simples

A não regularização dos débitos poderá acarretar a exclusão do regime a partir de janeiro de 2019, mas não há facilidades - como houve o REFIS para as grandes empresas - para a quitação da dívida.

Azul Seguros: erra quem descarta o legado na transformação digital

O CIO da seguradora, Paulo Cesar Imelk, diz que falar é fácil, mas fazer a transformação digital acontecer é muito difícil. "No nosso caso, estamos indo a passos de bebê. Não há guinada", observa.

Decreto amplia uso da terceirização no serviço público

Nova norma cria algumas exceções à terceirização e deixa à cargo do Ministério do Planejamento definir o que poderá ser objeto de “execução indireta”.

Haroldo, o robô da defesa do consumidor, atendeu mais de 12 mil brasileiros

Criadora do bot, em quatro meses, obteve R$ 6 milhões em concessão de direitos. Na prática, o Haroldo ajuda as pessoas a recuperarem danos causados por empresas e identifica causas comuns, o que acaba por reunir pessoas que têm queixas contra uma mesma organização.

eSocial: Receita diz que 88% das grandes empresas aderiram ao regime

Segundo o Fisco, das 12,1 mil empresas com faturamento maior que R$ 78 milhões, 10,7 mil conseguiram fechar a folha de pagamentos no prazo.




  • Copyright © 2005-2018 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G