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Pregão de nuvem do governo pode superar R$ 112 milhões

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Luís Osvaldo Grossmann - 24/07/2018

O interesse dos órgãos federais no pregão para serviços de computação em nuvem superou em muito as estimativas do Ministério do Planejamento. Dados preliminares sobre a adesão dos entes públicos indica que essa licitação, a primeira compra coletiva do que vai virar a nuvem do governo federal, prevista para ficar um pouco abaixo de R$ 15 milhões, pode superar os R$ 112 milhões.

A secretaria de TICs do Ministério do Planejamento tinha aberto prazo para que os órgãos indicassem o interesse de aderir à intenção de registro de preços e o prazo para isso terminou na sexta, 20/7. Os órgãos federais ainda têm uma semana para confirmar a participação do pregão encaminhando a documentação necessária. Mas deve ficar perto de duas dezenas deles.

A forte demanda é medida pelas unidades de contratação previstas no termo de referência dessa licitação, que separa a contratação em dois elementos principais: serviços de computação em nuvem e serviços técnicos especializados – há também treinamento, mas que representa uma fração pequena do total a ser contratado.

No termo de referência, a estimativa da Setic era de contratar 1.768.350 unidades dos serviços de nuvem, além de 10.698 unidades de serviços técnicos, ao longo de 30 meses. Mas a demanda requerida a partir do interesse demonstrado pelos órgão federais é muito maior: 13.167.390 unidades de ‘nuvem’ e 88.880 de serviços técnicos. Em valores significa que o valor total estimado do pregão pula de R$ 14,8 milhões para R$ 112,6 milhões.

Nesse pregão, a intenção do governo é contratar um integrador para prestação de serviços de computação em nuvem pública, sob demanda, incluindo desenvolvimento, manutenção e gestão de topologias de aplicações e a disponibilização continuada de recursos de Infraestrutura como Serviço (IaaS) e Plataforma como Serviço (PaaS).


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