NEGÓCIOS

Nos EUA, empresa só fará seguro de vida para quem usar sensores vestíveis

Convergência Digital ... 20/09/2018 ... Convergência Digital

Uma grande empresa de seguros dos Estados Unidos, a John Hancock, anunciou não vai mais trabalhar com contratos tradicionais e a partir de agora só vai vender seguros de vida para quem usar dispositivos ‘vestíveis’ com sensores e monitoramento por smartphones.

Criada em 1862, a empresa foi comprada pela canadense Manulife em 2004. E já foi a primeira do mercado americano, desde 2015, a criar uma linha de seguros específica para usuários de ‘wearables’. 

Segundo a seguradora, esse tipo de apólice já vai se tornando comum em mercados onde atua sua parceira comercial, a Vitality, que vende seguros também exclusivos para quem usa sensores corporais na África do Sul e no Reino Unido.

Até aqui a prática mais comum tem sido dar descontos aos segurados que usam traquitanas eletrônicas como Fitbit ou Apple Watch. Os novos seguros poderão prever a transferência de dados dos sensores por aplicativo, mas haverá modalidade sem a coleta de informações, mas com descontos na compra desses aparelhos.


Cloud Computing
SD-WAN: o alicerce das aplicações em nuvem

Rede definida por software provê ainda baixa latência e segurança, itens essenciais para quem está levando suas aplicações para cloud, observa o gerente de produtos de dados e Internet da Embratel, Gustavo Busse.

Avanço dos hackers vai fazer brasileiro comprar mais seguros

O brasileiro faz seguro de bens materiais, mas está começando a entender que é preciso também proteger seus dados devido ao avanço dos crimes cibernéticos, observa o diretor da Capgemini Marcio Gropillo. Seguradoras correm contra o tempo para se adaptarem às novas demandas.

Facebook une 27 empresas, lança moeda virtual Libra e invade espaço dos bancos

Rede social pretende lançar a moeda no primeiro semestre de 2020. Microsoft, Uber e Vodafone estão na iniciativa.

Pegasystems chega ao Brasil para brigar pelo mercado de CRM e IA

Norte-americana, que atuava por meio de parceiros, abriu operação local e tem como objetivo rivalizar com Salesforce, IBM e Oracle. Empresa também quer atuar com prestadores de serviços de TI.

BRQ: desafio é pensar o negócio de forma diferente para entender a dor do cliente

O CEO e fundador da prestadora de serviços de TI, Benjamin Quadros, diz que a maneira de fazer software mudou muito nos últimos 20 anos e segue mudando por conta da disrupção digital. Mas adverte para a falta de bons profissionais.


3º Seminário Brasscom de Políticas Públicas & Negócios 2018 - Cobertura Especial Convergência Digital
Brasscom lança manifesto para construir um Brasil Digital e Conectado

Entidade quer a colaboração da sociedade e de entidades de TI ou não para entregar um documento aos presidenciáveis. "Tecnologia precisa ser prioridade nacional", diz o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo.


Veja a cobertura da 3º Seminário Brasscom de Políticas Públicas & Negócios 2018

  • Copyright © 2005-2019 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G