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Latência baixa vira o jogo das aplicações no 5G

Convergência Digital - Carreira
Ana Paula Lobo e Pedro Costa - 23/10/2018

O maior diferencial do 5G será a sua baixa latência que permitirá diferentes aplicações, hoje, não disponíveis no 4G LTE, afirma o vice-presidente de Redes da Ericsson,Marcos Scheffer.

No Futurecom 2018, realizado de 15 a 18 de outubro, em São Paulo, a fabricante criou um robô para demonstrar a relevância da baixa latência nas aplicações.

"A latência do 4G fica variando entre 30 a 50 milessegundos. No 5G, será de 1,2 milessegundos. Isso vai mudar a forma de as operadoras fazerem negócios. Abre uma oportunidade sem igual em diferentes indústrias", observa Scheffer. Assistam a entrevista com o executivo da Ericsson.

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Presidente da fabricante para a América do Sul, Eduardo Ricotta, diz que uma operadora com 50 Mhz a 80 Mhz terá espectro para oferecer bons serviços, especialmente, o da banda larga fixa móvel. "Há cidades no Brasil, com menos de 100 mil habitantes, com conexões de 2 Mbits. O 5G vai chegar oferecendo bem mais", observa.

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