Home - Convergência Digital

Bosch usa o Tinbot, robô brasileiro, para ampliar negócios em IoT

Convergência Digital - Carreira
Convergência Digital* - 10/02/2020

Desde sua criação, o Tinbot, primeiro robô brasileiro colaborativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT (Internet of Things), vem conquistando a simpatia de todos que o encontram. Não só pelo seu design e personalidade, mas principalmente pela experiência diferenciada e inovação que proporciona às empresas.

O Tinbot já foi adquirido por mais de 30 empresas como UniCesumar e Evoa Aceleradora, onde atua na recepção de visitantes, Sicoob para gerenciamento de indicadores, no Hotel Villa Rossa como concierge, na Becomex como auxiliar na gestão de projetos, no Colégio Objetivo de Maringá e para a empresa angolana Ucall, onde ajudará no monitoramento de processos e indicadores internos.

Entretanto, a lista de clientes do Tinbot não para de crescer. Começando 2020 já com novidades, o robô brasileiro foi adquirido por três marcas líderes em seus segmentos. Estamos falando de nada menos que a companhia suíça, Nestlé, e as alemãs DHL Express e Bosch. A Nestlé adquiriu o Tinbot para reforçar a estratégia de inovação e a transformação digital. O robô será empregado para repasse de informações sobre produtos.

Já na alemã do setor de logística internacional e correio expresso, a DHL Express, o Tinbot será responsável por acompanhar os feedbacks do novo sistema integrado de indicadores individuais dos colaboradores. Para esse mesmo fim a marca encomendou três Tinbots aos clientes HP, Lego e Unilever. As três unidades de negócios da DHL que operam nas Américas e no Brasil estão comprometidas em investir nos próximos anos no desenvolvimento e na adoção de novas tecnologias que sejam capazes de melhorar as operações, aprimorar a experiência do cliente, reduzir os custos e facilitar melhores processos de trabalho para seus colaboradores.

A Bosch vai usar o Tinbot na área de Internet das Coisas para casas e cidades inteligentes, mobilidade e indústria conectadas, adquiriu o robô para emprestar sua inovação na interação com o público interno e externo nos eventos que participa. Também faz parte da estratégia da Bosch estudar novas formas de uso do Tinbot em sua área de inovação.

Desenvolvido pela Tinbot Robótica, startup parte do DB1 Group, grupo de empresas brasileiras de tecnologia com sedes no Brasil, Argentina e EUA, o robô conta com fala natural em português, reconhecimento facial e de voz, gestos e expressões, além de ser integrável a outros sistemas por meio de APIs, possibilitando interatividade e personalidade humanizada. Fora isso, permite que cada empresa personalize e programe a plataforma de acordo com suas necessidades.

Enviar por e-mail   ...   Versão para impressão:
 

LEIA TAMBÉM:

18/02/2020
Conexão das coisas será quase a metade dos acessos à Internet no Brasil em 2023

14/02/2020
É urgente fazer software inteligentes para avançar Internet das Coisas no Brasil

10/02/2020
Bosch usa o Tinbot, robô brasileiro, para ampliar negócios em IoT

31/01/2020
Financiamento para IoT no BNDES recebe propostas até o dia 07

22/01/2020
Vivo chega a 10 milhões de dispositivos conectados à IoT

16/01/2020
Rede de IoT da American Tower atinge 220 cidades

07/01/2020
O carro será uma Internet das Coisas

18/12/2019
Fazendas da Atto Sementes contratam 4G e IoT da Vivo

18/12/2019
Qualcomm e BNDES lançam fundo para IoT já aderente à nova Lei de Informática

13/12/2019
TIM fecha acordo global com Nokia por IoT corporativa

Destaques
Destaques

Governo do Brasil ainda avalia restringir Huawei na implantação do 5G

MCTIC estuda a publicação de um novo Decreto, ou em forma de Portaria, com normas para cibersegurança específicas para o setor de telecomunicações. A estratégia Nacional de Segurança Cibernética, recém-lançada pelo Governo, tratou - de forma genérica- o tema 5G.

5G exigirá uso de requisitos mínimos de Segurança Cibernética

Tecnologia é apontada como 'uma revolução na comunicação de dados, no potencial de emprego de equipamentos de Internet das Coisas e na prestação de novos e disruptivos serviços".

Veja mais vídeos
Veja mais vídeos da CDTV
Veja mais artigos
Veja mais artigos

Carro autônomo: decisões baseadas em dados vão evitar acidentes?

Por Rogério Borili *

O grande debate é que a inteligência dos robôs precisa ser programada e, embora tecnologias como o machine learning permitam o aprendizado, é preciso que um fato ocorra para que a máquina armazene aquela informação daquela maneira, ou seja, primeiro se paga o preço e depois gerencia os danos.


Copyright © 2005-2019 Convergência Digital ... Todos os direitos reservados ... É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site