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Empresas brasileiras são líderes em uso de análise de dados

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Convergência Digital - 11/09/2020

Com um escore médio de 52,47, as empresas brasileiras detêm a maior pontuação em pesquisa que avalia como organizações que investem na criação de recursos de análises de dados ferramentas de distribuição modernas. O estudo “Infobrief - Dados como a nova água: a importância de investir em pipelines de dados e análises", foi encomendado pela Qlik, multinacional referência em data analytics, e realizado pela consultoria IDC junto a 1,2 mil líderes de negócios em 11 países. 

As organizações foram avaliadas em relação ao seu desempenho nas quatro áreas do pipeline de dados: identificação, coleta, transformação e análise de dados corporativos, com uma escala medida de 0 a 100. Os brasileiros aparecem à frente de indianos (47,39), norte-americanos (46,52), australianos (42,39) e britânicos (40,80), e ficam 17 pontos à frente dos franceses, piores colocados (34,93).

As descobertas geográficas do estudo mostram que existem diferenças importantes na maneira como cada país e região aproveitam os dados. A região das Américas (EUA, Brasil, Canadá) obteve a pontuação média mais alta de 45 pontos, seguida pela APAC (Índia, Cingapura, Japão, Austrália) com 41,8 e EMEA (Reino Unido, França, Alemanha) com 37,8. As Américas estão vendo um aumento acima da média no lucro (19%), enquanto a APAC está vendo uma melhoria na eficiência acima da média (19,7%).

Entre os benefícios dos investimentos, de forma geral, 90% dos líderes responderam que o lucro melhorou, em média, 24%; 88% disseram que a eficiência operacional aumentou, em média, 21%; e 86% apontaram que a receita cresceu, em média, 23%.

Além de receita e lucro, um dos fatores que mais influenciam na pontuação D2I é o aumento na satisfação/lealdade do cliente, essencial para as empresas em um mercado impactado pela pandemia da Covid-19. A média geral de aumento nessa categoria foi de 19,7%, com a Austrália liderando com uma melhoria de 27% e a APAC tendo a maior média de melhoria em 21,5%, seguida pelas Américas em 19,6 e EMEA em 17,3%.

A pesquisa foi realizada entre fevereiro e março de 2020, com diretores, vice-presidentes e c-levels de organizações com mais de 1 mil funcionários de diferentes setores, incluindo educação, finanças, governo, saúde, manufatura, varejo/atacado, transporte, comunicação e serviços públicos.


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