Clicky

Convergência Digital - Home

Melhor experiência do cliente é o topo da jornada do analytics

Convergência Digital
Por Roberta Prescott* - 19/07/2021

O ambiente analítico evoluiu nos últimos seis anos; e o grande ganho foi obtido quando as empresas passaram a trabalhar com plataformas e não apenas soluções. "Analytics é transformar dados em inteligência; e inteligência pode ser descritiva (dizer o que aconteceu), pode ser preditiva (antecipar o que vai acontecer) ou prescritiva (dizer hoje se tais decisões forem tomadas quais serão as consequências)", explicou Luiz Riscado, country industry Leader do SAS Brasil, ao participar do SAS Telco Summit 2021, realizado no último dia 15 de julho.

De acordo com ele, a jornada do ambiente analítico começa na camada descritiva com repositórios e preparação dos dados e capacidade de segmentação e modelagem preditivas; passa para plataformas corporativas atendendo às necessidades analíticas das diversas áreas; chega à dinamização do analytics quando há o aproveitamento dos dados em movimentos (streaming) para a tomada de decisão em tempo real e alcança ecossistemas integrados de tomada de decisão com uso intensivo de otimização e inteligência artificial. No topo desta escalada está a tão falada -e almejada-  melhor próxima experiência do cliente ("next best experience").

O próximo desafio, ressaltou o executivo do SAS Brasil, é posicionar para que analytics não seja visto apenas como ferramenta, mas, sim, como um sistema de inteligência cobrindo tudo que é de engajamento, inteligência e repositório. Ao se referir especificamente sobre o mercado de telecomunicações, o líder de indústria do SAS apontou cinco megatendências para as quais analytics deve ser crítico: crescimento das receitas se dando além dos serviços core; disrupção tecnológica; necessidade de ser centrado no cliente; transformação digital de forma mais rápida; margens de Capex e Opex pressionadas.

"Como fazer o casamento dos sistemas de inteligência com os grandes desafios e tendências?", questionou Riscado, respondendo que isso leva a três grandes desafios para os próximos cinco anos: industrialização da inteligência analítica; uso intensivo de IA; e como fazer com que analytics esteja cada vez mais próximo do transacional com agilidade no desenvolvimento de analytics.  


Destaques
Destaques

TIM elege a nuvem e mira não ter mais datacenter em 2023

Ao assumir estar no meio de uma jornada para ser uma operadora 100% baseada em dados, a CIO da TIM Brasil, Auana Mattar, conta como é trabalhar com três provedores: Google, Microsoft e Oracle. Ao participar do SAS Telco Summit 2021, a executiva observou: é importante estudar as aplicações e como elas se comunicam antes de migrá-las para computação em nuvem.

Inteligência Artificial: Com estratégia certa, impacto de quatro pontos no PIB do Brasil até 2030

A inteligência artificial exige que se forme e qualifique profissionais no país, advertem especialistas. Para eles, a IA evoluiu e já passou da etapa de experimentação pra uso industrial. Para Fábio Cozman, da USP, a IA leva o país para a Sociedade 5.0, quando máquinas e seres humanos vão interagir de forma harmoniosa.



Veja mais vídeos
Veja mais vídeos da CDTV

Veja mais artigos
Veja mais artigos

Como ter nuvem sem reescrever sistemas e adequada à LGPD

Por Marco Wenna*

Como auditar e reescrever linhas de código em tempo hábil para essas migrações para a nuvem a um custo factível para que todas as linhas de código estejam em conformidade com a Lei Geral de Proteção a Dado? Esse é um desafio presente.

Serviços SaaS, proteção de dados e a LGPD

Por Eder Miranda*

Ter um plano abrangente de proteção adicional de dados para as plataformas SaaS é vital para os negócios, uma vez que as empresas não podem abrir sem ter o controle sobre o que está sendo protegido e sobre a maneira como isso está sendo feito pelos fornecedores de software como serviço.


Copyright © 2005-2020 Convergência Digital ... Todos os direitos reservados ... É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site